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A revoada dos elefantes: prosa do seculo passado n. 2
Barnes and Noble
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A revoada dos elefantes: prosa do seculo passado n. 2 in Chattanooga, TN
Current price: $9.99

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"A revoada dos elefantes" é o sexto e último volume das obras reunidas de Marcos Moura Vieira: Poesia e Prosa do século XX. Trata-se de um texto desenvolvido inicialmente na oficina de romance conduzida pelo escritor Luiz Antônio de Assis Brasil, na década de noventa, como parte do programa de extensão em Literatura Brasileira da Pontifícia Universidade Católica de Porto Alegre. A trama se passa no Brasil, entre Porto Alegre, São Paulo e Imbituba, em Santa Catarina, onde dois intelectuais de meia idade, um homem e uma mulher, se reencontram ao cruzar com um adolescente naïf de classe média. O texto estrutura-se em três partes ou livros. No primeiro, "Edita-me ou te devoro", o narrador relata a história do relacionamento da escritora Holda Archanjo com o seu editor Isaías Cruz, acompanhando a tentativa que ele faz de comunicar-se com ela. O segundo livro, "Cartas de Isaías", traz algumas correspondências e apontamentos escritos basicamente por Isaías Cruz e Holda Archanjo nos últimos anos do século XX. O terceiro livro, "O sexo sentido", apresenta um texto escrito por Holda Archanjo que dá a sua perspectiva do encontro com Túlio e Isaías, na praia do Rosa, durante o último carnaval do século passado. Em "A revoada dos elefantes" Marcos Moura Vieira realiza uma ficção nova que, a exemplo das artes plásticas contemporâneas, constitui-se no fosso da sua base conceptual para realizar e dar o acabamento à criatividade artístico-estética na própria enunciação de um gênero emergente. Desse modo a ficção traçada em "A revoada dos elefantes" se realiza não apenas por ou através de um gênero literário autoritário, mas ela se anuncia eminentemente persuasiva na teia plurilíngue dos seus gêneros híbridos (novela, carta e diário; narrativa, correspondência e autobiografia; romance, crônica e poesia). Um texto que aprofunda um diálogo entre gêneros literários e gêneros do discurso e que, tal um elefante tentando alçar voo, está muito longe de alcançar uma compreensão do auditório social ampliado. Segundo Assis Brasil: (...) "A história da literatura está cheia de exemplos em que julgamentos literários foram tempos depois considerados injustos, pois os textos não eram esteticamente irrelevantes, mas simplesmente iam além da capacidade do horizonte de expectativa da maioria dos leitores de um tempo.(...) "A tentativa de pousar sobre o texto uma perspectiva menos colada ao prazer estético, mais reflexiva, pode revelar a coerência desse texto com o seu tempo e mais que isso, levar ao leitor a desvelar uma nova coerência para si."
"A revoada dos elefantes" é o sexto e último volume das obras reunidas de Marcos Moura Vieira: Poesia e Prosa do século XX. Trata-se de um texto desenvolvido inicialmente na oficina de romance conduzida pelo escritor Luiz Antônio de Assis Brasil, na década de noventa, como parte do programa de extensão em Literatura Brasileira da Pontifícia Universidade Católica de Porto Alegre. A trama se passa no Brasil, entre Porto Alegre, São Paulo e Imbituba, em Santa Catarina, onde dois intelectuais de meia idade, um homem e uma mulher, se reencontram ao cruzar com um adolescente naïf de classe média. O texto estrutura-se em três partes ou livros. No primeiro, "Edita-me ou te devoro", o narrador relata a história do relacionamento da escritora Holda Archanjo com o seu editor Isaías Cruz, acompanhando a tentativa que ele faz de comunicar-se com ela. O segundo livro, "Cartas de Isaías", traz algumas correspondências e apontamentos escritos basicamente por Isaías Cruz e Holda Archanjo nos últimos anos do século XX. O terceiro livro, "O sexo sentido", apresenta um texto escrito por Holda Archanjo que dá a sua perspectiva do encontro com Túlio e Isaías, na praia do Rosa, durante o último carnaval do século passado. Em "A revoada dos elefantes" Marcos Moura Vieira realiza uma ficção nova que, a exemplo das artes plásticas contemporâneas, constitui-se no fosso da sua base conceptual para realizar e dar o acabamento à criatividade artístico-estética na própria enunciação de um gênero emergente. Desse modo a ficção traçada em "A revoada dos elefantes" se realiza não apenas por ou através de um gênero literário autoritário, mas ela se anuncia eminentemente persuasiva na teia plurilíngue dos seus gêneros híbridos (novela, carta e diário; narrativa, correspondência e autobiografia; romance, crônica e poesia). Um texto que aprofunda um diálogo entre gêneros literários e gêneros do discurso e que, tal um elefante tentando alçar voo, está muito longe de alcançar uma compreensão do auditório social ampliado. Segundo Assis Brasil: (...) "A história da literatura está cheia de exemplos em que julgamentos literários foram tempos depois considerados injustos, pois os textos não eram esteticamente irrelevantes, mas simplesmente iam além da capacidade do horizonte de expectativa da maioria dos leitores de um tempo.(...) "A tentativa de pousar sobre o texto uma perspectiva menos colada ao prazer estético, mais reflexiva, pode revelar a coerência desse texto com o seu tempo e mais que isso, levar ao leitor a desvelar uma nova coerência para si."








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